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6 a 9/4 - Congresso Wedding Brasil - São Paulo/SP

terça-feira, 21 de julho de 2009

Um desencontro...

Depois de tanto tempo com moto, chegou a hora de dar uma pausa nessa vida de motoqueiro fantasma. Isso quer dizer que vendi a minha moto, mas não quer dizer que nunca mais irei ter moto novamente. Acho que a ficha não caiu ainda, mas aos poucos vou me adaptando a essa nova vida.

É uma sensação estranha, estou a dias para escrever isso no blog, pois parece que perdi um ente querido. Toda vez que chego na garagem não vejo a “minha nega” lá, dá uma tristeza, entro no quarto vejo o capacete, macacão e as botas no canto e fico imaginando quando é que vou usar de novo, fico perguntando se vale a pena vender tudo. Meu capacete Shark RSI que acabei de colocar uma viseira iridium, pronto pra ser usado agora guardado. Não vou me desfazer de nada já, ainda vou segurar porque não se sabe o dia de amanhã.

Desde os meus 17 anos eu tenho moto, hoje estou com 28, ou seja, são 11 anos de motociclismo. Até dois anos atrás eu tive moto de pequena cilindrada, era uma Honda twister 250, então, quero aproveitar e dizer algo aos meus amigos das motos de pequeno porte: “Galera, a vida só começar depois dos 4 cilindros!!!” Isso é real! Ir de 0 a 100km/h em 3 segundos é uma das melhores sensações que já experimentei! Eu comprei uma Suzuki Bandit 650 (que é a CG das motos grandes) Faça a doideira, assuma umas prestações, penhore a mãe, mas um dia compre uma, nem que seja por pouco tempo, mas não deixe de fazer! Não espere ficar velho, pois “a vida é agora!”

Pretendo voltar, inclusive devo começar de novo com moto pequena, a CB Twister 300 (modelo novo) está muito bonita, a kasinski comet 250 esta bem “estilosa”. Sei lá o que vou fazer e quando vou fazer.

Triste é agüentar a galera convidando pros encontros e eu não poder ir, triste é o final de semana com sol e eu não ter mais a minha neguinha pra rodar. Mas quando pude rodei bastante, fui pra encontro, viagens, fiz amigos (continuo com eles), e uma pena que eu não comecei a escrever esse blog a mais tempo, consegui registrar apenas 10384 km rodados. Mas pretendo retomar daqui uns anos!

Aproveitando, eu levo você pra dar uma volta comigo.




Um abraço e boa sorte pra todos!

Primo Tacca Neto

segunda-feira, 18 de maio de 2009

4º Encontro Sul Brasileiro de Motociclismo – Garopaba/SC

Percorridos: 403 km
Acumulados: 10384 km


QUE FRIACA!!!!

Então chegou o inverno... Chegaram os dias que se tem que pensar duas vezes e ver se o encontro é bom o suficiente para o frio que se vai passar. Mas por enquanto ainda ta leve, é só friozinho e nem vem acompanhado com chuva. O encontro da vez é o de Garopaba, em sua 4º edição (primeira que eu participo) a cerca de 200 km da minha cidade. O frio chegou e o tempo limpou, sol rachando no final de semana era o que prometia a previsão, e Garopaba cá entre nós, foi um dos lugares mais bonitos que já visitei. Belas praias, água limpa, vida pacata, e nessa época, fora de temporada à cidade fica bem vazia.

Como sempre o velho sistema bate-volta, sai cedo e volta na boca da noite, ficando o dia inteiro pra curtir o evento. Como a sede de asfalto era grande, o plano era sair as 08:30 no sábado, pra chegar cedo no evento. As 8:20 no mesmo posto de sempre estava eu esperando meu companheiro de viagem Junior. Junior como sempre um cara muito pontual, apareceu as 9:30, eu já estava quase desistindo.

E lá fomos nós, primeiro rumo a BR-101, e depois rumo a Floripa, Garopaba fica a 80km da capital. Agora temos novidades em nossa BR-101: Pedágio. Isso mesmo, R$ 0,55. Sei não, não quero elogiar os vizinhos do RS, mas lá moto dificilmente paga pedágio, bem que poderiam liberar as motos do pedágio. As 11:00 horas estávamos chegando no evento, aonde fomos recebidos pelo moto clube local que promovia o evento com um churrasco, orientações, informações. Realmente fomos muito bem recebidos e isso é muito legal, quando o motoclube organizador se preocupa em saber se o visitante tem hotel, se conhece a cidade, explicações das ruas. Por esse tipo de recepção já dá pra ver que o evento é muito organizado. Ao descer da moto, quem é motociclista sabe, tira as luvas, capacete, abre o macacão, pega a chave e vai segurando tudo, aí o quando vou pegar o panfleto do evento... Faltaram mãos. E lá se foi meu capacete pro chão, chegou doer no coração, mas não escapei de gastar R$ 280,00 em uma viseira nova. Ficamos um pouco por lá no churrasco, e depois antes do chegar ao evento passamos na beira da praia, pegar um pouco de brisa, ver o mar, tomar um sol.

Estávamos por ali, aí apareceu o Estavam de Balneário Camboriú, cara gente boa, ficamos falando de moto até que os ponteiros bateram meio-dia, almoçamos de frente pro mar, tomamos meia dúzia de cervas e fomos pro encontro. O encontro tava bombando, muita gente, bem organizado, ótimas lojas, praça de alimentação, ótimas atrações e um tal chopp chamado “Strauss”.

Antes que esqueça, neste evento observei algo interessante, todo o dinheiro arrecadado tanto no guarda-volumes, quanto no dinamômetro, foram destinados a APAE. Em outros encontros eu já tinha observado isso, mas nunca comentado em meus posts desse blog. Então fica aí o agradecimento aos organizadores por ajudarem essa instituição.

Chopp vai, chopp vem, no banheiro vai, no banheiro vem, curtindo o evento, tomamos a saideira, a “caideira” e chega... Vamos pra casa que ta ficando noite. Agora, viajar a noite, com frio depois de trocentos chopps, advinha: A cada 50 km uma mijada. Para, desmonta, tira tudo, mija, coloca tudo e “vombora!”. Terrível a noite mesmo foi a parte não duplicada da BR-101, tem que se ter muito cuidado, mas caindo na duplicada aí é enrolar o cabo. Mas resumindo, chegamos em casa inteiros, porém cansados. Fizemos uma ótima viagem até um ótimo encontro. Parabéns Garopaba, ano que vem estarei de volta!

ROTA:

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ÁLBUM DE FOTOS:

4º Encontro Garopaba


Abraço a todos
Primo Tacca Neto